Na Mega Tickets Brasil o QR de entrada gira a cada 30 segundos e só ativa quando o celular está no local do evento. Print não passa. Cambista não revende. E todo chargeback tem prova de presença.
O QR estático de quase toda plataforma é uma imagem fixa. Quem tem a imagem, entra. E a imagem viaja.
Um ingresso vira screenshot no grupo do WhatsApp e várias pessoas aparecem na porta com o mesmo código.
A imagem é repassada e revendida sem controle — você perde a relação com quem realmente vai ao evento.
O comprador usa o ingresso e depois contesta a compra no cartão. Sem prova de uso, o prejuízo é seu.
O ingresso é 100% digital e fica na conta do comprador, em Meus ingressos. Nada de PDF pra imprimir.
Na portaria, o app confirma que o celular está no local do evento antes de liberar o código.
O código é assinado e se renova a cada 30 segundos. Um print vence em segundos e não vale na porta.
Sua equipe lê pelo celular. Válido → entrada liberada. Já usado ou expirado → barra na hora.
Tecnicamente: cada código carrega uma assinatura criptográfica (HMAC) que muda a cada janela de 30s. Sem a chave secreta do servidor, é impossível forjar. O leitor da equipe valida a assinatura e o horário — e marca o ingresso como usado de forma definitiva.
O QR de entrada se renova a cada 30 segundos com assinatura criptográfica.
O código só ativa quando o celular do comprador está perto do evento.
Um código não entra duas vezes. Você cobra por cada pessoa que passa pela porta — não por quantos prints circularam.
Sem imagem repassável e com ativação por GPS no local, a revenda informal perde o jeito.
A trilha de GPS prova que o ingresso foi ativado e usado no seu evento — evidência pra contestar a disputa no cartão.
Leitura pelo celular da equipe, sem catraca cara nem leitor especial. Menos fila, menos confusão na porta.
Cada check-in fica registrado (ingresso, horário e quem validou). Você sabe o público real, não só o vendido.
Sua equipe usa o próprio celular como leitor. Nada pra alugar, instalar ou configurar.
Quem comprou de verdade entra tranquilo — ninguém é barrado por causa de um print golpista.
Validação em segundos pelo celular da equipe. A experiência começa bem já na entrada.
Fica salvo em Meus ingressos, acessível a qualquer hora — sem risco de perder o papel.
| QR estático comum | QR rotativo Mega | |
|---|---|---|
| Funciona com print/foto | Sim — e isso é o problema | Não, expira em 30s |
| Dá pra revender a imagem | Fácil | Não vale repassado |
| Mesmo código entra 2× | Acontece | Bloqueado |
| Confirma presença no local | Não | Sim, por GPS |
| Prova contra chargeback | Nenhuma | Trilha de GPS |
| Precisa de catraca/leitor caro | Geralmente | Só o celular da equipe |
O QR de entrada é gerado na hora, então o celular do comprador precisa de conexão para mostrá-lo. Em casos de sinal ruim, existe um código de reserva (estático) que a equipe pode conferir manualmente — mas o padrão, e o mais seguro, é o QR rotativo ao vivo.
Sim. O comprador só precisa abrir Meus ingressos no navegador do celular. A equipe valida pela página de check-in, usando a câmera do próprio aparelho — sem app pra instalar nem hardware extra.
Ao criar o evento, o organizador informa a localização do local. O sistema usa essas coordenadas para liberar o QR só quando o comprador está por perto (com folga para estacionamento e variação de sinal). Sem coordenadas cadastradas, o ingresso ativa normalmente, mas sem a checagem de distância.
A localização é usada só para ativar o ingresso e compor a evidência de presença. O organizador enxerga um resumo (presença confirmada, distância aproximada), não o trajeto da pessoa. Tudo conforme a Política de Privacidade (LGPD).
O ingresso fica vinculado à conta. Para repasses legítimos, a transferência acontece dentro da plataforma — o que mantém a rastreabilidade e impede a revenda por fora.
Venda com Pix, boleto e cartão — e receba só quem realmente comprou.